Arquivo da Categoria: Uncategorized

Da procura e do erro

No autobiográfico «Olhar Retrospectivo», Kandinsky conta que um «Palheiro», de Monet, e uma récita do «Lohengrin» de Wagner foram fundamentais para o seu percurso criativo. O primeiro foi visto em Paris, a ópera na Alemanha, e na Rússia, onde nasceu, … Continuar a ler

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A invenção da burguesia

Sobre a ideia de Homem nos poemas homéricos, Maria Helena da Rocha Pereira diz-nos que falta, aos poemas, «uma concepção unitária da personalidade (…), [a] noção de vontade, que é posterior e, ipso facto, a de livre-arbítrio, que só naquela … Continuar a ler

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Paraíso perdido

Um clássico questiona-nos, alguém disse. Desafia a classificação e compreensão definitivas. Provoca uma reacção. Obriga-nos a regressar, uma e outra vez, enquanto nos comunica a terrível verdade: pior do que não ler um livro, é não o ler vezes suficientes. … Continuar a ler

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Diários de Granada (16-01-2013)

O céu carregado ameaçou neve. Com a chuva e a luz filtrada pelas nuvens, a praça da Hípica cobriu-se do tom metálico característico do Inverno granadino. O Alhambra esteve invisível durante a tarde e a serra escondida pelo manto plúmbeo. … Continuar a ler

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Espaço/tempo

Em 1932, James R. Killian disse, a propósito das experiências científico-fotográficas do engenheiro Harold Edgerton, que a ciência «nos permite ver e compreender contraindo e expandindo não só o espaço mas o tempo». Entretanto, passaram mais de setenta anos e … Continuar a ler

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Eu sou

Roger Fenton, Esqueletos de Homem e Gorila, 1860 No princípio, o darwinismo substituiu a tautologia divina, «Eu sou Aquele que sou» (Êxodo 3:14), por outra, humana e secular: «eu sou aquele que sobrevive». Sem as ulteriores sofisticações, as teorias biológicas … Continuar a ler

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Animais magníficos

A pantera de Rilke, na tradução de Paulo Quintela, tem «o brando andar de passo forte e dúctil». O verso, que abre a segunda estrofe, canta, em antíteses suaves – brando e forte, forte e dúctil –, a dualidade de … Continuar a ler

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