Paraíso perdido

Um clássico questiona-nos, alguém disse. Desafia a classificação e compreensão definitivas. Provoca uma reacção. Obriga-nos a regressar, uma e outra vez, enquanto nos comunica a terrível verdade: pior do que não ler um livro, é não o ler vezes suficientes. Vem isto a propósito do regresso, quase duas décadas após o primeiro contacto, à trilogia essencial da ficção de Albert Camus, começando pelo fim (A Queda). E da constatação, cruel, de que a suficiência não é uma medida literária e quase todos os livros que temos em casa estão, e ficarão, por ler.

Carlos M. Fernandes

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