Diários de Madrid (29-06-2014)

Volto a subir e a descer a Cuesta de Moyano para comprar mais livros e sei que um ou outro, vítimas do mau acaso ou do esquecimento, não vou conseguir ler. Não terei tempo. Ali ficarão, nas estantes, juntamente com o saque de outras investidas, a cobrir-se de anos, até chegarem a mãos sucessoras ou mesmo aos alfabarrabistas da Moyano. Os nossos livros dão-nos a exacta medida da mortalidade.

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